Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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Em primeira audiência sobre seu caso, realizada na Corte de Nova York nesta segunda-feira (05/01), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, se declarou inocente das quatro acusações apresentadas pela Procuradoria-Geral norte-americana.

“Sou inocente, não sou culpado, sou um homem decente”, disse Maduro, diante do juiz Alvin Hellerstein. Ele completou dizendo que “ainda sou o presidente do meu país, estou sequestrado”.

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A Procuradoria norte-americana acusa Maduro de quatro supostos crimes: conspiração para o narcotráfico, colaboração com o terrorismo, conspiração para importação de cocaína e posse ilegal de metralhadoras e dispositivos destrutivos.

Em seguida, a esposa de Maduro, Cilia Flores, se declarou inocente da acusação de conspiração para o narcotráfico.

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Em seu pronunciamento, ela também disse que “ainda sou a primeira-dama da República Bolivariana da Venezuela”.

Os advogados de Maduro e Flores afirmaram que seus clientes não pedirão fiança neste momento, mas alegaram que poderiam entrar com esse pedido em uma audiência futura.

O juiz Hellerstein determinou que o presidente e a primeira-dama da Venezuela devem ser mantidos em prisão preventiva até uma nova audiência, que está marcada para o dia 17 de março.

Com informações de RT e The Guardian.