Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Quinnipiac, 63% dos participantes afirmaram se opor à ação militar contra Caracas, enquanto apenas 25% expressaram apoio. Além disso, 53% dos entrevistados disseram se opor ao uso de ataques militares pelo governo para matar supostos narcotraficantes em águas internacionais.

Paralelamente, 54% afirmaram que Donald Trump extrapolou os limites ao exercer seu poder na presidência. Enquanto 37% dizendo que ele está lidando com a situação de forma adequada, 7% disseram que ele não tem sido suficientemente agressivo. Os resultados também foram divididos por linhas partidárias: 96% dos democratas e apenas 11% dos republicanos relataram preocupações em relação ao poder do presidente.

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A pesquisa da Quinnipiac foi realizada por telefone entre 11 e 15 de dezembro, com uma amostra aleatória de 1.035 eleitores registrados que se identificaram como pertencentes ao grupo étnico. A margem de erro da pesquisa é de mais ou menos 3,9 pontos percentuais.

Protestos também ganharam força nos Estados Unidos. No início do mês de dezembro milhares de pessoas foram protestar em Nova York contra os planos de agressão imperialista militar de Donald Trump na Venezuela e América do Sul.

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, destacou que as mobilizações foram um “evento histórico no qual milhões de homens e mulheres se tornaram um tecido de força gigantesca, diversa e espontânea”, escreveu o presidente venezuelano em seu canal no Telegram.

As recentes agressões contra a Venezuela envolveram um “bloqueio total de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela”, como também designou o governo Maduro como uma “organização terrorista estrangeira”. Os atentados a embarcações, sob o pretexto infundado de narcoterrorismo, já resultaram na morte de mais 100 civis.