Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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Milhares de pessoas se manifestaram em todo o mundo exigindo a libertação do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, sequestrados no último sábado (03/01) pelos Estados Unidos. Elas também condenaram a intervenção militar realizada pelo governo Trump contra o país sul-americano.

Protestos em diversas cidades ao redor do mundo rejeitam a agressão direta contra a soberania nacional e o ataque à ordem democrática com faixas que dizem “Não à agressão imperialista contra a Venezuela” e slogans como “Ianques fora da América Latina”.

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Várias cidades brasileiras, como Florianópolis, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo, foram registradas manifestações nesta segunda-feira (05/01) contra os crimes dos Estados Unidos na Venezuela, com slogans que rejeitavam os ataques contra a nação sul-americana e denunciavam o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de Cilia Flores.

No Reino Unido, organizações pertencentes à seção britânica da Internacional Antifascista (AFI) mobilizaram-se em frente à Downing Street em solidariedade à Venezuela. Os protestos, que levaram mais de mil pessoas às ruas de Londres, opuseram-se à guerra contra a Venezuela, demonstrando claramente seu apoio ao povo venezuelano e exigindo o retorno do presidente Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. Manifestaram também apoio ao direito à autodeterminação da nação sul-americana.

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Centenas de brasileiros protestam em frente ao Consulado dos EUA em São Paulo. Foto: @LemusteleSUR

Centenas de brasileiros protestam em frente ao Consulado dos EUA em São Paulo. Foto: @LemusteleSUR

A AFI organizou um evento de microfone aberto, reunindo palestrantes de diversas organizações para discutir a inspiradora luta e resistência na Venezuela, bem como a importância da solidariedade internacional. Os manifestantes exigiram “o fim do apoio britânico à agressão contra a Venezuela e a devolução imediata do ouro roubado da Venezuela e mantido no Banco da Inglaterra”.

A agressão dos EUA contra a Venezuela viola a ordem jurídica internacional: a Carta das Nações Unidas, o princípio da não intervenção, o direito internacional humanitário e os direitos humanos.

As mobilizações em todo o mundo reiteraram a denúncia do verdadeiro objetivo do governo dos Estados Unidos, que nada mais é do que se apropriar dos recursos naturais do país, especialmente suas vastas reservas de petróleo.

Os protestos em várias partes do mundo expressam sua forte rejeição à política intervencionista do governo dos Estados Unidos contra a Venezuela e, ao mesmo tempo, constituem uma resposta anti-imperialista, deixando claro que a soberania de um povo não será pisoteada sob nenhum pretexto.