Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu a líder opositora da Venezuela, María Corina Machado, na Casa Branca nesta quinta-feira (15/01). De caráter fechado, a reunião terminou à tarde (por volta das 14h30 pelo horário de Brasília), e nenhuma das partes emitiu declarações imediatas sobre os assuntos discutidos.

A reunião ocorreu após o ataque em larga escala dos Estados Unidos à Venezuela, que culminou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa Cilia Flores, em 3 de janeiro. Na saída, vídeos que circulam nas redes sociais mostram Corina Machado dizendo: “Contamos com o presidente Trump para a liberdade da Venezuela”.

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Nos últimos dias, à emissora conservadora Fox News, Corina Machado revelou que não conversava com o republicano – que em seu primeiro discurso após a agressão ao território venezuelano afirmou que a opositora não tem “apoio interno e respeito do país” – desde outubro do ano passado, quando foi indicada ao Prêmio Nobel de Paz, honraria cobiçada por Trump. O jornal The Washington Post apurou, com fontes próximas aos assuntos da Casa Branca, que o presidente norte-americano não teria oferecido o cargo interino do governo venezuelano – assumido por Delcy Rodríguez – por “ressentimento”, o que posteriormente foi negado pelo próprio mandatário. 

Após a reportagem, Corina Machado disse estar disposta a dividir o prêmio com Trump. A declaração foi bem recebida pelo republicano, e atribuiu a si mesmo o mérito de ter encerrado diversos conflitos ao redor do mundo no ano passado.

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“Lembrem-se […] que eu, sozinho, acabei com oito guerras, e a Noruega, membro da OTAN, tolamente optou por não me conceder o Prêmio Nobel da Paz”, lamentou ele há alguns dias.

(*) Com RT en Español