Terça-feira, 20 de janeiro de 2026
APOIE
Menu

Manifestantes se reuniram neste domingo (11/01) em frente ao Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, passam a nona noite após serem sequestrados em 3 de janeiro durante a incursão militar em Caracas pelo governo dos Estados Unidos, e exigiram sua libertação.

Nesse dia, os manifestantes se reuniram para expressar seu apoio ao presidente venezuelano e à sua esposa, e pediram a libertação imediata de ambos, segundo reportagem do correspondente da teleSUR, Henry Camelo, nos Estados Unidos.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Eles reiteraram que se trata de um sequestro e que precisam sair o mais rápido possível. Os Estados Unidos não podem continuar usando desculpas como as que usaram para invadir a Venezuela e tentar se apoderar de recursos naturais, petróleo e minerais, que é, na verdade, seu verdadeiro objetivo.

Camelo explicou que os manifestantes estiveram presentes continuamente ao longo desta semana, apesar das baixas temperaturas.

Mais lidas

“Eles vêm com suas faixas, vêm com seus cânticos e demonstram seu apoio ao presidente Maduro. Há várias pessoas se manifestando aqui, que não estão apenas insatisfeitas com essa situação, mas com tudo o que o governo Donald Trump está fazendo, as ameaças que está fazendo a outros países da região, como Colômbia, Cuba e México”, afirmou o jornalista.

Eles também exigem que os poderes excessivos de Donald Trump para exercer pressão militar na região sejam imediatamente interrompidos.