Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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Em seu segundo comunicado publicado neste sábado (03/01), o Ministério das Relações Exteriores da Rússia exigiu que os Estados Unidos libertem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, sequestrados durante ação militar norte-americana em Caracas.

Na nota, a diplomacia russa afirma que “diante das informações confirmadas sobre a presença do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa nos Estados Unidos, instamos veementemente a liderança americana a reconsiderar essa posição e libertar o presidente legitimamente eleito de um país soberano e sua esposa”.

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No mesmo comunicado, a Rússia enfatiza “a necessidade de criar condições para a resolução de quaisquer questões existentes entre os Estados Unidos e a Venezuela por meio do diálogo”.

Nota anterior

Esta é a segunda declaração oficial publicada pelo Ministério de Relações Exteriores russo neste sábado.

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A primeira foi divulgada horas antes e dizia que “estamos extremamente alarmados com as notícias de que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa foram removidos à força do país em decorrência de uma agressão dos Estados Unidos realizada hoje”.

Naquele primeiro momento, a Rússia exigiu “um esclarecimento imediato dessa situação” por parte de Washington.

“Tais ações, caso tenham de fato ocorrido, constituem uma violação inaceitável da soberania de um Estado independente, cujo respeito é um princípio fundamental do direito internacional”, alegou Moscou.

Com informações de RT.