Domingo, 1 de fevereiro de 2026
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A Rússia defendeu, mais uma vez, neste domingo (25/01), a libertação do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, sequestrados pelos Estados Unidos após um ataque contra Caracas em 3 de janeiro.

Em entrevista a agências de notícias russa TASS, o vice-ministro das Relações Exteriores do país, Sergey Ryabkov, enfatizou sobre a importância de insistir na libertação de Maduro e de sua esposa.

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Quando questionado pela agência se a Rússia estaria disposta a conceder asilo caso Maduro fosse libertado, Ryabkov ressaltou que a libertação do líder é “o primeiro passo, sem o qual todo o resto permanece puramente hipotético”.

Operação dos EUA, que incluiu ataques contra infraestrutura civil e militar na Venezuela, é descrita por Caracas como agressão militar direta
RS/Fotos Públicas

“Qual será a próxima medida é uma questão à parte. E agora simplesmente não há razão para falar sobre isso”, acrescentou o vice-ministro do governo de Vladimir Putin.

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A operação dos Estados Unidos em 3 de janeiro, que incluiu ataques contra infraestrutura civil e militar na Venezuela, é descrita por Caracas como uma agressão militar direta. O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil Pinto, denunciou Washington por violar a Carta da ONU.

Em 5 de janeiro, em julgamento em Nova York, Maduro declarou diante das câmaras que se considera um “prisioneiro de guerra”. Ao sair do tribunal federal, o presidente deixou claro que a sua captura foi o resultado de uma operação militar e não de um processo judicial legítimo.

(*) Com TeleSUR