Quarta-feira, 13 de maio de 2026
APOIE
Menu

A presidenta interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, recebeu uma delegação do Departamento de Energia dos Estados Unidos no Palácio de Miraflores nesta terça (15/04). O encontro com o subsecretário Kyle Haustveit aconteceu pouco depois de o governo de Donald Trump suspender sanções contra o sistema bancário público do país.

Durante a reunião, a mandatária defendeu o fim total das medidas contra a indústria petrolífera para garantir segurança jurídica aos investidores. Rodríguez afirmou que licenças temporárias não são suficientes para projetos de larga escala e que os dois países possuem maturidade para uma cooperação sólida no setor de energia.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“Insistimos com o presidente Trump que ele deve pôr fim às sanções agora para que todos os investimentos possam ser plenamente desenvolvidos”, enfatizou Rodríguez. “Acredito que tanto os Estados Unidos quanto a Venezuela já têm maturidade suficiente para estabelecer relações energéticas”, completou.

A flexibilização bancária autorizou transações com o Banco Central da Venezuela e outras três instituições estatais. O sistema financeiro venezuelano estava sob sanções havia sete anos, o que gerou grandes perdas econômicas para a nação e prejudicou a renda das famílias.

Mais lidas

Delcy Rodríguez recebeu delegação do Departamento de Energia dos Estados Unidos, no Palácio de Miraflores
Prensa Presidencial VE

Governo convoca peregrinação nacional contra as sanções

Além do diálogo diplomático, a presidenta convocou a população para uma grande mobilização nacional contra o bloqueio econômico. A chamada peregrinação começará no dia 19 de abril e percorrerá o território venezuelano até chegar a Caracas no dia 1º de maio.

O movimento busca unir diversos setores sociais para exigir o fim imediato das medidas coercitivas. Segundo pesquisas recentes, 93% dos venezuelanos são favoráveis à anulação de todas as sanções contra o país. A jornada deve terminar com o anúncio de um novo ajuste salarial para os trabalhadores no dia 1º de maio.