Terça-feira, 3 de março de 2026
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O governo da Venezuela rejeitou categoricamente neste sábado (21/02) a renovação do chamado “estado de emergência nacional” no país, prorrogado em 18 de fevereiro pelo governo dos Estados Unidos.

Através de um comunicado divulgado pelo ministro das Relações Exteriores da República, Yván Gil, o Executivo afirmou que, desde a sua criação em 2015, este instrumento tem sido utilizado “sem base objetiva ou justificativa real”, com base em argumentos muito distantes da verdade e do Direito Internacional.

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“Onze anos depois, a realidade confirma o que a Venezuela sempre afirmou: nosso país não representa nenhuma ameaça ao povo ou ao governo dos Estados Unidos, nem a qualquer nação do mundo”, afirma o documento.

A declaração de “estado de emergência nacional” é um poder executivo que permite ao Presidente dos Estados Unidos impor diretamente sanções e restrições econômicas, alegando uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional ou à política externa de seu país. Permitindo também que o presidente aja com mais rapidez e abrangência do que os procedimentos padrão do Congresso.

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A carta oficial afirma que a persistência dessa medida apenas contribui para alimentar narrativas de confronto que ignoram os profundos laços históricos, culturais e humanos entre os dois povos.

Nesse sentido, o governo venezuelano instou a Casa Branca a assumir um papel “construtivo e respeitoso” em suas relações internacionais. Além disso, apelou a Washington para que abandone abordagens unilaterais e avance rumo a uma fase de diálogo franco baseado na soberania, na não interferência e no benefício mútuo.

(*) com teleSUR