Venezuelanos realizam vigília um mês após sequestro de Maduro e Flores: 'nós os queremos de volta'
População rechaça agressão militar dos EUA que deixou centenas de vítimas; ministro e líder do PSUV, Diosdado Cabello reforça apelo da presidente interina à união nacional pela paz do país
Os cidadãos venezuelanos realizaram uma vigília nacional entre a noite de segunda-feira (02/02) e a madrugada de terça-feira (03/02) para marcar um mês desde o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores durante a agressão militar dos EUA.
“Um mês após o sequestro de Nicolás Maduro, nós o queremos de volta. Nós o queremos de volta. E lembrem-se, aconteça o que acontecer, em quaisquer circunstâncias, nós prevaleceremos. Viva a pátria! Viva Bolívar! Viva Chávez!”, enfatizou Diosdado Cabello durante a coletiva de imprensa semanal do PSUV. “Faremos uma vigília esta noite e uma grande marcha amanhã, 3 de fevereiro”, acrescentou.
A população se reuniu na paróquia de Altagracia, na cidade de Caracas, em uma vigília exigindo a libertação do casal presidencial venezuelano sequestrado em 3 de janeiro durante uma incursão militar dos EUA em território venezuelano.
“Somos um país pacífico, com pessoas boas, calmas, trabalhadoras, humildes e com grande dignidade… Para que eles também possam aprender com o povo, o nobre povo da Venezuela. Que, apesar dos ataques, se levanta todos os dias às 4 da manhã, leva seus filhos para a escola, para estudar, para trabalhar”, destacou Cabello.
📌En la Avenida Urdaneta de Caracas, #Venezuela🇻🇪, se realiza una vigilia ciudadana en conmemoración del primer mes desde el secuestro del presidente constitucional Nicolás Maduro y la primera dama Cilia Flores. Este grave suceso, ocurrido el pasado #03ENE de 2026, se produjo… pic.twitter.com/7uaqZco9BT
— teleSUR TV (@teleSURtv) February 3, 2026
Durante seu discurso, o líder do PSUV destacou o apelo da presidente interina, Delcy Rodríguez, à união nacional para unir esforços em prol da paz do país.
O ataque armado deixou pelo menos 100 mortos e um número semelhante de feridos, de acordo com informações das autoridades.
Dessa forma, o povo deste país sul-americano continua a exigir respeito pela sua soberania e reitera o seu firme apoio à Revolução Bolivariana.
(*) com teleSUR























