Xamãs peruanos teriam previsto sequestro de Maduro na Venezuela em 2026
Ritual feito dias antes das celebrações de ano novo também vaticinou fim da guerra na Ucrânia e que Trump sofrerá com ‘doença grave’
O sequestro de Nicolás Maduro na Venezuela pode ter sido previsto, dias antes, por um grupo de xamãs peruanos, que realizaram, pouco antes do final de 2025, seu tradicional ritual para vaticinar os acontecimentos do ano seguinte.
A cerimônia foi realizada por 11 xamãs de diferentes nações indígenas peruanas, que se reuniram na praia La Herradura, em Lima, para a sessão grupal na qual se realizaram oferendas e pediram “um bom ano para a humanidade”.
Na ocasião, o xamã Cleofé Sedano afirmou que “Maduro vai ter fortes problemas com Donald Trump e com os Estados Unidos, seu governo está com os dias contados”.
Ademais, o líder religioso afirmou que o conflito na Venezuela “pode desatar uma Terceira Guerra Mundial”. No ano passado, o mesmo grupo previu uma “guerra nuclear” em Gaza, mas alega que o conflito entre Israel e Irã, ocorrido em junho, teria sido o conflito mencionado no ritual de 2024.
Doença grave de Trump
Outra previsão feita pelos xamãs foi sobre uma possível “doença grave” de Donald Trump, que “vai abalar a política dos Estados Unidos”, segundo a única xamã mulher do grupo, Ana María Simeón.
A líder religiosa, no entanto, não detalhou se o presidente norte-americano poderá sobreviver aos problemas de saúde.
🇵🇪 Xamãs peruanos realizaram um ritual no final de 2025 em uma praia de Lima.
Eles previam para 2026 a queda de Nicolás Maduro, uma doença grave em Donald Trump e o fim da invasão da Rússia na Ucrânia. pic.twitter.com/oEYvifbY5v
— Eixo Político (@eixopolitico) January 3, 2026
Outras previsões
Segundo os xamãs peruanos, o ritual de previsão para 2026, feito com plantas alucinógenas como a ayahuasca e a raiz de São Pedro, também previu o fim da guerra entre Rússia e Ucrânia.
Sobre as eleições presidenciais do Peru, marcadas para os meses de abril (primeiro turno) e junho (segundo turno) deste ano, os xamãs previram que a campanha ocorrerá “em paz e sem conflitos”, e que a vencedora será Keiko Fujimori, filha do falecido ditador Alberto Fujimori (1990-2000).
Ademais, os líderes religiosos também vaticinaram “uma grande catástrofe natural na América do Sul”.
























