'Parasita' faz história e é 1º filme não falado em língua inglesa a vencer Oscar de melhor filme

Na cerimônia, realizada no Dolby Theatre, em Los Angeles, a obra faturou os prêmios de melhor filme, melhor filme internacional, melhor roteiro original e melhor direção, que foi para Bong Joon-Ho

Redação

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Roma (Itália)

O filme sul-coreano "Parasita" conquistou neste domingo (09/02) quatro estatuetas e foi o grande vencedor da edição de 2020 do Oscar. O longa se tornou o primeiro não falado em língua inglesa a vencer na categoria Melhor Filme.

Na cerimônia, realizada no Dolby Theatre, em Los Angeles, a obra faturou os prêmios de melhor filme, melhor filme internacional, melhor roteiro original e melhor direção, que foi para Bong Joon-Ho.

"Parasita" também entrou para a história ao ter sido o primeiro longa a vencer os prêmios de melhor filme internacional e melhor filme em uma mesma edição do Oscar. Anteriormente, apenas 10 longas haviam sido indicados para as duas categorias, mas nenhum deles conseguiram faturar as duas estatuetas.

O filme "1917", grande destaque da 77ª edição do Globo de Ouro, levou três prêmios no Oscar e ficou atrás somente de "Parasita". O drama de guerra dirigido pelo britânico Sam Mendes faturou as estatuetas de melhor fotografia, melhores efeitos visuais e melhor mixagem de som.

Reprodução
Cena de 'Parasita', vencedor da categoria melhor filme do Oscar 2020

Mesmo indicado em 10 categorias, o filme "O Irlandês", do diretor Martin Scorsese, saiu de mãos vazias do Oscar.

Já entre as categorias de atuação, Joaquin Phoenix faturou o prêmio de melhor ator pelo seu desempenho em "Coringa", filme que também venceu na categoria melhor trilha sonora. Já Renée Zellweger foi escolhida como a melhor atriz pelo seu papel em "Judy". 

Brad Pitt, por sua vez, levou para casa o prêmio de melhor ator coadjuvante em "Era uma Vez em...Hollywood". Por fim, Laura Dern conquistou a estatueta de melhor atriz coadjuvante em "História de um casamento".

O prêmio de melhor documentário foi para "Indústria Americana", categoria que tinha "Democracia em vertigem", da brasileira Petra Costa, como um dos indicados.

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