Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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A morte do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, aos 81 anos, ocorrida nesta sexta-feira (23/05), foi notícia em diversos meios de imprensa no mundo inteiro.

O jornal britânico The Guardian destacou a informação sobre o falecimento do artista e utilizou um artigo da Academia Francesa de Belas Artes – da qual Salgado era membro – para descrevê-lo como “uma grande testemunha da condição humana e do estado do planeta”.

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Já o canal de notícias norte-americano CNN apresentou Salgado como “o legendário fotógrafo brasileiro”, e publicou a mensagem do Instituto Terra, do qual é um dos co-fundadores, a qual o menciona como “mais que um dos maiores fotógrafos de todos os tempos”.

O diário espanhol El País, em sua nota sobre o falecimento, lembrou que o artista “documentou, através da fotografia os grandes desafios contemporâneos, como a proteção do meio ambiente, as migrações e o trabalho”.

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“Ao longo de sua carreira, o artista soube manejar com maestria o preto e branco”, acrescentou a matéria espanhola.

Sebastião Salgado foi um dos co-fundadores do Instituto Terra
Fernando Frazão / Agência Brasil

Premiações

O site russo RT descreveu Salgado como “mítico fotógrafo brasileiro”, e destacou seu “conhecido talento para a fotografia em preto e branco, com retratos impactantes no coração da selva”

“Também foi famoso por seu ativismo a favor do ambiente e da biodiversidade na Amazônia”, completou.

O canal alemão Deutsche Welle recordou que Salgado “morreu no dia em que se inaugurou em Almada, na região metropolitana de Lisboa, uma exposição sobre a Revolução Portuguesa de 1974 e 1975, que inclui fotografias suas tomadas durante essa época”.

“Salgado recebeu prestigiosos prêmios, como o Príncipe de Asturias, o Prêmio da Paz dos Livreiros Alemães e o Prêmio Internacional da Fundação Hasselblad, além de ter sido protagonista do documentário “O Sal da Terra” (2014), do cineasta alemão Wim Wenders, indicado ao Oscar em 2015 e vencedor do prêmio César, um dos mais importantes do cinema francês, também em 2015.

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