Sábado, 24 de janeiro de 2026
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Chega no seu último dia a 17ª Cúpula dos chefes de Estado do BRICS, no Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira (07/07), as lideranças globais apresentam sua declaração voltada, em especial, ao assunto climático, a poucos meses da COP30, a Confederação das Nações Unidas sobre Mudança do Clima em 2025, a ser sediada também pelo governo brasileiro, em Belém do Pará. 

No dia anterior, o evento abordou os painéis “Paz e Segurança e Reforma da Governança Global” e “Fortalecimento do Multilateralismo, Assuntos Econômico-Financeiros e Inteligência Artificial”, com discursos que se empenharam em expressar preocupações referentes às tensões globais, além de manifestar repúdio contra o genocídio em Gaza e ataques ao Irã, críticas às medidas coercitivas unilaterais que prejudicam o comércio global e defesa por uma inteligência artificial mais acessível aos países do Sul Global.

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Nesta segunda-feira, a sessão plenária sobre “Meio Ambiente, COP30 e Saúde Global” aborda principalmente o combate aos problemas ambientais, uma pauta diversas vezes debatida em eventos que antecederam a cúpula de líderes de Estado. Opera Mundi acompanhou o Fórum Empresarial do BRICS realizado na sexta-feira (05/07) e conversou com o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, que explicou que o Brasil desenvolveu soluções frente aos problemas do meio ambiente compartilhados pelas nações do bloco.

Mais tarde, a Presidência rotativa do BRICS será repassada pelo presidente Lula ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, quem assumirá os compromissos do grupo das 11 principais economias emergentes em 2026.

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