Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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A advogada Fernanda Klitzke, candidata a suplente ao Senado por Santa Catarina pelo Partido dos Trabalhadores (PT), foi vítima de abordagem policial violenta durante uma festa ocorrida na noite deste sábado (12/09), em Jaraguá do Sul, município no norte do Estado.

O episódio teve início quando a advogada tentou mediar um conflito após vizinhos se queixarem de reprodução de músicas das campanhas – ela concorre como suplente na chapa do candidato ao Senado Décio Lima (PT), que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto.

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De acordo com filmagens realizadas por testemunhas, Klitzke foi imobilizada com um mata-leão dado por uma policial, apesar de não estar armada. Em seguida, foi foi alvo de tiros de bala de borracha, depois derrubada no chão, onde voltou a ser agredida por dois agentes policiais.

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A advogada também foi levada à delegacia em um camburão. As imagens mostram que a violência excessiva aconteceu também durante esse encaminhamento: um policial colocou Klitzke no porta-malas do veículo e a agrediu diversas vezes no momento em fechar a porta.

Na delegacia, a advogada recebeu assistência da deputada federal Ana Paula Lima (PT-SC) e registrou um Boletim de Ocorrência contra os policiais, afirmando ter sido vítima de abuso de autoridade, agressões e violência política.

O ex-deputado estadual Gelson Merísio (PSB), candidato a governador em Santa Catarina pela coligação de Klitzke e Décio, declarou, horas depois, que enviou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) catarinense um pedido de investigação sobre o episódio.

“Ver um agente do Estado disparar balas de borracha e chutar uma mulher caída no chão, que pedia calma e não oferecia qualquer risco, é revoltante”, alegou o candidato, à coluna da jornalista Amanda Miranda, no portal ICL.

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