Terça-feira, 27 de janeiro de 2026
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Em discurso realizado nesta terça-feira (20/01), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um balanço do primeiro ano do seu segundo mandato no cargo, no qual destacou como principais ações o ataque à Venezuela, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro, e as recentes ameaças envolvendo a Groenlândia.

O mandatário disse que o governo da presidente interina Delcy Rodríguez tem “colaborando bem” com Washington, mas também fez elogios à líder opositora María Corina Machado.

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O presidente dos Estados Unidos alegou que seu governo “reduziu o tráfico internacional de drogas por via marítima” e que “empresas norte-americanas de energia estão prontas para fazer investimentos maciços no país, que tem mais petróleo do que a Arábia Saudita”.

Durante o pronunciamento, Trump também exibiu fotos de imigrantes detidos pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, por sua sigla em inglês) no estado de Minnesota.

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OTAN

Em outro momento do discurso, Trump criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e garantiu que fez mais pela aliança militar “do que qualquer outra pessoa viva ou morta”. Segundo ele, o grupo “não é muito forte” sem a presença dos Estados Unidos.

Em relação às crescentes ameaças à Groenlândia, Trump se esquivou de responder até onde estaria disposto a ir para comprar a ilha ártica ao ser questionado por jornalistas. “Vocês vão descobrir”, declarou.

O republicano classificou os manifestantes contrários às ações do ICE como “agitadores profissionais”, mas amenizou o tom ao admitir que a agência “às vezes comete erros”.

“Às vezes, eles são muito severos, mas estão lidando com pessoas difíceis. Fiquei devastado com a morte daquela jovem mulher. Foi uma tragédia, uma coisa horrível”, disse Trump, ao mencionar a descoberta de que os pais de Renee Good, assassinada por um agente, são seus apoiadores.

Com informações de ANSA.