Terça-feira, 27 de janeiro de 2026
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O premiê da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, pediu nesta terça-feira (20/01) à população da ilha que comece a se preparar para uma invasão militar dos Estados Unidos.

Segundo a agência de notícias Bloomberg, em uma declaração feita à imprensa na capital Nuuk, Nielsen afirmou que a opção de um conflito militar não pode ser descartada. O primeiro-ministro também pediu para que a população guardasse mantimentos suficientes suficientes para cinco dias como medida de cautela.

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“Não podemos descartar essa possibilidade. Precisamos enfatizar que a Groenlândia faz parte da aliança ocidental, a OTAN e, se houver uma escalada ainda maior, isso também terá consequências para todo o mundo exterior”, afirmou Nielsen.

No entanto, Trump afirmou nesta terça que “não irá voltar atrás”, no seu principal objetivo de controlar a Groenlândia, não descartando a possibilidade de invadir a ilha por meio de força.

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A premiê da Dinamarca, Mette Frederiksen afirmou que “o pior ainda está por vir”, ao comentar o posicionamento de Trump. Ao Parlamento dinamarquês, Frederiksen afirmou que “É um capítulo sombrio no qual nos encontramos e podemos, infelizmente, estar em uma situação em que o pior não ficou para trás, mas ainda está à nossa frente”.


                                                      O presidente Donald Trump vem aumentando a pressão sobre a Groenlândia                                                       The White House

O mandatário norte-americano busca tomar a Groenlândia, que atualmente está sob o controle da Dinamarca, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Neste domingo (18/01), Trump acusou a OTAN e a Dinamarca de falharem na proteção do território, declarando que, a como a Dinamarca não conseguiu fazer nada a respeito, “agora chegou a hora, e isso será feito”.

Vale ressaltar que desde a semana passada, Donald Trump disse que sua decisão de tomar a Groenlândia é precisa, e que países da OTAN enviaram tropas à ilha. França, Alemanha, Noruega, Suécia, Finlândia, Holanda e Reino Unido que enviaram militares ao território no Ártico.