Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarcou para Pequim nesta quarta-feira (13/05) acompanhado de empresários das grandes corporações norte-americanas. Ele se reunirá com o presidente chinês, Xi Jinping, na quinta e na sexta-feira.

Nas redes sociais, Trump afirmou que pedirá a Xi que “abra” a economia chinesa para as corporações dos Estados Unidos. Entre os CEOs que o acompanham na viagem estão Larry Fink, à frente da BlackRock; Elon Musk, da Tesla; Jensen Huang, da Nvidia; e Tim Cook, da Apple.

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Trump descreveu Xi como “um líder de extraordinária distinção”. Ele disse que pedirá à China que “se abra” para que os empresários “possam fazer sua mágica” e “levar a República Popular a um nível ainda mais elevado”. Ele disse não conhecer “ideia mais benéfica” para ambos os países.

‘Linhas vermelhas’

Na véspera do encontro entre Trump e Xi, a Embaixada da China em Washington publicou nas redes sociais uma mensagem com quatro “linhas vermelhas” nas relações entre os países que “não devem ser desafiadas”.

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São elas: “a questão de Taiwan, a democracia e direitos humanos no país, trajetórias e sistemas políticos, e o direito da China ao desenvolvimento”.

A chancelaria chinesa já havia enfatizado, em mensagens anteriores, que “o respeito mútuo, a coexistência pacífica e a cooperação ganha-ganha continuam sendo o caminho certo” nas relações entre os dois países.

“A China e os EUA devem explorar a construção de uma relação estratégica, construtiva e estável”, afirma Pequim em outra postagem, informando que o presidente Xi pretende discutir com Trump temas relativos às relações bilaterais e à paz e desenvolvimento mundiais.

“A China e os EUA precisam expandir a cooperação e gerenciar as diferenças no espírito de igualdade, respeito e benefício mútuo, e proporcionar mais estabilidade e certeza em um mundo em transformação e volátil”, diz o texto.

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