Quinta-feira, 3 de setembro de 2026
APOIE
Menu

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou nesta segunda-feira (27/07) que seu país resistirá a qualquer tentativa dos países ocidentais de subjugá-lo. “Há muito tempo que enfrentamos restrições ilegais, tentativas de contenção e pressão”, observou o chefe de Estado, indicando que se intensificou em 2022, quando o Ocidente “colocou a máquina russófoba em pleno funcionamento”.

Ao impor sanções que se mostraram contraproducentes e causaram “danos” aos “seus próprios autores”, o Ocidente procurou “desestabilizar o Estado russo” e provocar a divisão social, tentando “sufocar nossa economia, nosso sistema financeiro e nosso setor bancário, bem como minar o potencial da ciência, da indústria e da educação”, denunciou ele.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Putin condenou as tentativas ocidentais de enfraquecer o Estado russo, semear a divisão social no país e sufocar sua economia e sistema financeiro, afirmando que a Rússia é capaz de resistir a todas essas medidas hostis.

“Ninguém jamais conseguirá quebrar o povo russo. Isso nunca aconteceu e nunca acontecerá”, declarou o presidente.

Mais lidas

Acrescentando que a Rússia “continua a ocupar o quarto lugar no mundo em termos de paridade do poder de compra, atrás da China, dos EUA e da Índia. Quarto lugar. E primeiro lugar na Europa”, disse o presidente.

O presidente afirmou que, incapazes de derrotar a Rússia no campo de batalha, eles recorreram até mesmo a métodos abertamente terroristas. “Mas ninguém jamais conseguirá subjugar o povo russo. Isso nunca aconteceu e nunca acontecerá”, declarou.

Ao mesmo tempo, ele acusou o Ocidente de aplicar um padrão duplo quando se trata de aplicar o direito internacional.

“Quando lhes convém, invocam sempre a Carta das Nações Unidas. Mas hoje preferem esquecer o primeiro artigo: ‘O direito dos povos à autodeterminação'”, sublinhou. “Para aqueles que estão habituados a ver outros países não como parceiros iguais, mas como vassalos submissos e silenciosos, estes dois pesos e duas medidas são sempre convenientes”, enfatizou.

(*) com RT em Espanhol