Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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O comandante do Quartel-General de Khatam al-Anbiya, Ali Abdullahi, declarou neste sábado (01/08) que qualquer país que se torne um “escudo defensivo” para os Estados Unidos “arderá nas chamas da guerra”.

Em um comunicado divulgado pela agência de notícias Tasmin, o chefe da divisão afirmou que Washington está avançando “com velocidade crescente” rumo a uma conflagração generalizada em uma guerra regional.

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A este respeito, ele afirmou que essa política faz parte de uma estratégia destinada a expandir e exercer uma “dominação ilegítima” em toda a região do Oriente Médio. Acrescentou que os EUA demonstraram, durante a recente guerra contra o Irã, que “não hesitam em cometer qualquer atrocidade ou destruição” para atingir seus objetivos, inclusive contra os interesses e recursos dos muçulmanos.

O comandante também detalhou que Washington usa o capital, a riqueza, a infraestrutura vital e os recursos estratégicos dos países muçulmanos da região como um “escudo defensivo” para seu Exército, enquanto fortalece “a máquina de guerra e a segurança do regime sionista“, chamando o governo israelense de “assassino de crianças e terrorista”.

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Além disso, ele afirmou que o Irã, juntamente com suas Forças Armadas e a frente de resistência, demonstrou que o equilíbrio de poder na região “não segue mais os parâmetros anteriores” e que a incapacidade dos EUA de executar suas estratégias contra a nação persa levou os militares dos EUA e o “falso regime sionista” a instigar guerras e transferir os custos do conflito para outros países da região.

Abdullahi instou as nações muçulmanas a “monitorarem” os crimes norte-americanos e a reconsiderarem sua cooperação e aliança com Washington. “Caso contrário, qualquer país que se torne um escudo defensivo para os Estados Unidos, criminosos e agressivos, será consumido pelas chamas da guerra”, alertou.