Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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O Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou nesta segunda-feira (31/08) que o país persa responderá de forma decisiva a qualquer nova agressão militar, e que tanto os Estados Unidos quanto aqueles que se aliam aos norte-americanos assumem total responsabilidade por qualquer escalada na região.

Em comunicado, a chancelaria também confirmou que as forças armadas iranianas atingiram as bases militares dos Estados Unidos na Jordânia, ao destacar que estas haviam sido usadas para lançar e apoiar a ofensiva a ilha de Larak, no Estreito de Ormuz, chegando a matar e a ferir membros do Exército de Teerã. O número de vítimas não foi informado na nota.

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Por sua vez, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, em seus primeiros comentários após a retomada das agressões militares de Washington ao seu país, enfatizou que Teerã “não está buscando guerra”, porém, que “nunca ficaria parado diante de qualquer agressão”. A posição foi dada em Bishkek, capital do Quirguistão, antes de participar da cúpula dos chefes de Estado dos países da Organização de Cooperação de Xangai.

De acordo com a agência Fars, Pezeshkian também declarou que o Irã “dará uma resposta decisiva aos agressores” se for atacado.

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“Instabilidade e agitação na região não são do interesse de nenhum país e desafiarão a todos”, acrescentou.

Exército iraniano reivindicou o lançamento de drones contra a instalação aérea norte-americana de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos
Tasnim

Ataques contra bases dos EUA

Após o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) iraniana atacar as bases militares dos Estados Unidos na Jordânia, King Hussein e Al Azraq, posteriormente, o Exército também reivindicou o lançamento de dezenas de drones contra a instalação aérea norte-americana de Al Minhad, nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo o Departamento de Relações Públicas do Exército do Irã, o ataque teve como alvo locais onde as forças norte-americanas e helicópteros estavam estacionados na base. Ainda segundo o comunicado, tratou-se de uma resposta à morte dos membros do IRGC e civis que foram mortos no ataque iniciado por Washington.

Em outro comunicado divulgado pelas agências Mehr e Fars, o IRGC disse ter abatido um drone MQ-9 Reaper dos Estados Unidos sobre o Estreito de Ormuz. O organismo destacou que suas defesas aéreas interceptaram “um drone norte-americano MQ9 de longo alcance” que teria caído no Golfo.

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