Irã ataca bases militares dos EUA e informa ter neutralizado 80% dos radares estratégicos
Guarda Revolucionária Islâmica lançou ofensiva contra instalações nos Emirados Árabes, Catar, Kuwait e Arábia Saudita; Teerã adverte que centros logísticos ligados a porta-aviões serão alvos
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou no domingo (15/03) uma nova série de ataques contra bases militares norte-americanas na região do Oriente Médio.
Segundo a agência de defesa iraniana, os ataques tiveram como alvo a base aérea de Al Zafra, nos Emirados Árabes Unidos, a base de helicópteros de Al Udeid, no Catar, a base aérea de Ali Al Salem, no Kuwait, e a base aérea de Sheikh Isa, na Arábia Saudita.
Os alvos da ofensiva incluíam centros de comando e controle, torres de controle de voo, hangares de defesa aérea, depósitos, armazéns logísticos e equipamentos.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica informou que foram utilizados diversos tipos de mísseis balísticos de precisão, mísseis de cruzeiro com novas ogivas e vários drones de destruição.
Relatórios de inteligência e análises de imagens de satélite citados pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) indicam que, nos últimos dias, as Forças Armadas da República Islâmica conseguiram neutralizar mais de 80% dos radares estratégicos e pontos vitais das instalações norte-americanas na área.
Paralelamente às operações terrestres, o Quartel-General Khatam al-Anbia do Irã emitiu um alerta máximo em relação à presença naval dos EUA em águas internacionais. O porta-voz do quartel-general, Tenente-Coronel Ebrahim Zolfaqari, enfatizou que o porta-aviões USS Gerald Ford representa uma ameaça direta à segurança nacional.
Dessa forma, Zolfaqari afirmou que “os centros de logística e serviços que atendem ao referido grupo naval no Mar Vermelho serão considerados alvos das Forças Armadas da República Islâmica do Irã”.
Por sua vez, a República Islâmica reafirmou sua capacidade de resposta imediata e advertiu que qualquer tentativa de escalada por parte das forças americanas seria recebida com ainda mais força, em defesa da integridade territorial e da estabilidade dos povos da região.
























