Sexta-feira, 14 de agosto de 2026
APOIE
Menu

A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) informou nesta sexta-feira (17/07) ter destruído vários caças e aviões-tanque norte-americanos que estavam posicionados na Jordânia.

Em comunicado divulgado à imprensa, a IRGC afirmou que a operação foi realizada utilizando mísseis balísticos e diversos drones. As ações resultaram na destruição de várias aeronaves-tanque e caças americanos, além de causarem ‘sérios danos’ a outros equipamentos militares, diz o IRGC.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Segundo a declaração, a base americana de Al-Azraq, onde estão localizadas as forças do Comando Central dos EUA (Centcom) e dezenas de aeronaves, na Jordânia, foi usada para lançar ataques contra o Irã e outros países da região.

A IRGC instou o Exército e o povo jordanianos a agirem contra os interesses dos Estados Unidos em seu território e garantiu que as operações continuarão.

Mais lidas

Em outra mensagem, a entidade militar também anunciou que as forças iranianas realizaram uma operação contra um radar de vigilância marítima dos Estados Unidos, localizado em Omã.

Irã atinge caças norte-americanos na Jordânia e radar de vigilância marítima em Omã
Tasnim

Direito à autodefesa

As autoridades da nação persa declararam que suas operações de retaliação contra alvos dos Estados Unidos na região estão de acordo com o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, que reconhece o direito à autodefesa.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou a política “colonial e hegemônica” de Washington de estabelecer bases militares em territórios de outros países.

Em comunicado, a chancelaria iraniana reafirmou a responsabilidade dos países vizinhos do Golfo Pérsico em impedir que os Estados Unidos usem seu território para lançar ataques contra a República Islâmica.

O Ministério da Saúde iraniano informou que 38 pessoas morreram e mais de 400 ficaram feridas na recente onda de ataques norte-americanos, de acordo com o porta-voz Hossein Kermanpour.

As autoridades informam que entre as vítimas estão 25 mulheres (3 mortas e 22 feridas) e dez crianças (uma morta e nove feridas). Além disso, 47 pessoas permanecem hospitalizadas.

“A saúde é a primeira vítima da guerra“, declarou Kermanpour em sua conta na rede social X.

Teerã e Washington retomaram a troca de ataques em 7 de julho, menos de três semanas após a assinatura do memorando de entendimento, cuja primeira cláusula estabelecia a cessação imediata das hostilidades e comprometia ambas as partes a não recorrer ao uso da força.