Segunda-feira, 20 de abril de 2026
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O vice-ministro da Saúde do Irã, Ali Jafarian, informou nesta segunda-feira (09/03) que os ataques conduzidos pelos Estados Unidos juntamente com Israel contra a nação persa provocaram pelo menos 1.255 mortes, em sua maioria civis, incluindo 200 crianças e 11 profissionais de saúde. De acordo com a autoridade, a idade das vítimas variam entre oito meses a 88 anos.

Em entrevista à emissora catari Al Jazeera, Jafarian disse que as vítimas “estavam em suas casas ou no local de trabalho”. Segundo ele, desde 28 de fevereiro até agora, mais de 12 mil pessoas ficaram feridas, principalmente por queimaduras e esmagamentos; 29 clínicas foram danificadas e 10 delas foram forçadas a fechar; 52 centros de saúde, 18 unidades de serviços de emergência e 15 ambulâncias também foram destruídos.

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Além das fatalidades, acrescentou que os bombardeios inimigos direcionados a instalações petrolíferas iranianas causaram a propagação de fumaça tóxica pela capital Teerã.

“A cidade inteira estava escura até a tarde de ontem”, disse, referindo-se à fumaça densa decorrente das ofensivas aéreas que atingem instalações petrolíferas e são prejudiciais à saúde da população.

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RS/Fotos Públicas

Os ataques provocaram grandes incêndios ao atingirem o depósito de petróleo de Aghdasieh, no nordeste de Teerã, a refinaria da capital, e o depósito de petróleo de Shahran, no oeste de Teerã. De acordo com Israel, seus ataques atingiram “várias instalações de armazenamento de combustível em Teerã” que eram usadas “para operar infraestrutura militar”.

Jafarian também afirmou que a chuva ácida deve poluir o solo, tendo um impacto ambiental duradouro. “E isso não é uma questão militar. Este não é um alvo militar”, argumentou. Segundo ele, mais de 200 cidades foram atingidas em todo o Irã desde o início da agressão norte-americana e israelense.

Nesta manhã, os Estados Unidos e Israel continuam bombardeando o Irã, com explosões relatadas pela mídia local em Qom e Teerã.