Irã tem um milhão de soldados prontos em caso de invasão dos EUA, diz agência
Segundo Tasnim, rumores sobre ação terrestre norte-americana no sul iraniano são considerados como uma ‘loucura histórica’ por militares
O Irã estaria mobilizando um grande contingente militar, com mais de um milhão de jovens voluntários que teriam se alistado à Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, por sua sigla em inglês) e ao Exército, para defender o país na guerra contra os Estados Unidos e Israel.
Uma fonte militar iraniana afirmou nesta quinta-feira (26/03) à Agência Tasnim que há rumores de uma possível invasão terrestre dos Estados Unidos no sul do Irã.
Também segundo a Tasnim, a liderança militar do Irão teria descrito como a possível estratégia norte-americana coo “loucura histórica”, e acrescentou que haveria “uma forte motivação entre combatentes iranianos”, que dizem estar preparados para resistir firmemente e causar grandes perdas às forças norte-americanas.
Em resposta aos Estados Unidos, que planejam controlar, bloquear ou intervir no Estreito de Ormuz, a fonte afirma que o Irã está pronto tanto para enfrentar militarmente essa tentativa, quanto para impedir a passagem pelo estreito, podendo afetar o comércio global de petróleo.
Os Estados Unidos e Israel intensificaram suas ações militares no Irã após ataques a líderes militares do país no final de fevereiro, desencadeando um conflito mais amplo. A ofensiva, que envolveu bombardeios aéreos contra locais militares e civis em todo o país, causou impactos significativos na infraestrutura.
Em reação, o Irã realizou ataques com mísseis e drones contra bases e posições dos Estados Unidos e de Israel, ampliando o conflito e indicando uma escalada militar.
Cessar-fogo
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou, nesta quinta-feira (26/03), que Teerã não possui negociações com os Estados Unidos e reforçou a política de resistência frente aos ataques norte-americanos e israelenses.
Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na semana passada que está aberto ao diálogo, mas que não defende um cessar-fogo contra o Irã.
























