Terça-feira, 21 de abril de 2026
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O Irã estaria mobilizando um grande contingente militar, com mais de um milhão de jovens voluntários que teriam se alistado à Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, por sua sigla em inglês) e ao Exército, para defender o país na guerra contra os Estados Unidos e Israel.

Uma fonte militar iraniana afirmou nesta quinta-feira (26/03) à Agência Tasnim que há rumores de uma possível invasão terrestre dos Estados Unidos no sul do Irã.

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Também segundo a Tasnim, a liderança militar do Irão teria descrito como a possível estratégia norte-americana coo “loucura histórica”, e acrescentou que haveria “uma forte motivação entre combatentes iranianos”, que dizem estar preparados para resistir firmemente e causar grandes perdas às forças norte-americanas.

Em resposta aos Estados Unidos, que planejam controlar, bloquear ou intervir no Estreito de Ormuz, a fonte afirma que o Irã está pronto tanto para enfrentar militarmente essa tentativa, quanto para impedir a passagem pelo estreito, podendo  afetar o comércio global de petróleo.

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Os Estados Unidos e Israel intensificaram suas ações militares no Irã após ataques a líderes militares do país no final de fevereiro, desencadeando um conflito mais amplo. A ofensiva, que envolveu bombardeios aéreos contra locais militares e civis em todo o país, causou impactos significativos na infraestrutura.

Em reação, o Irã realizou ataques com mísseis e drones contra bases e posições dos Estados Unidos e de Israel, ampliando o conflito e indicando uma escalada militar.

Cessar-fogo

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou, nesta quinta-feira (26/03), que Teerã não possui negociações com os Estados Unidos e reforçou a política de resistência frente aos ataques norte-americanos e israelenses.

Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na semana passada que está aberto ao diálogo, mas que não defende um cessar-fogo contra o Irã.