Mísseis iranianos atingem região próxima ao escritório de Netanyahu, diz agência
Segundo Tasnim, Irã lançou nova onda de ataques contra alvos em Tel Aviv e Jerusalém ocupada; regime sionista não comentou sobre ataque
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) iraniano lançou nesta terça-feira (17/03) mais uma onda de ataques contra alvos estratégicos em Israel, incluindo a capital Tel Aviv. Durante a campanha de bombardeios, a agência estatal Tasnim informou que mísseis atingiram as proximidades do escritório do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.
Segundo a rede israelense I24, mísseis iranianos atingiram locais em Al-Quds, em Jerusalém ocupada. O regime sionista, por sua vez, não negou nem confirmou a ofensiva. A imprensa de Israel relatou que apenas um míssil iraniano foi interceptado, enquanto os demais romperam as defesas aéreas do regime sionista.
A Tasnim informou que horas antes da onda de ataques, o departamento de relações públicas do IRGC havia anunciado que a campanha deste dia foi dedicada ao mártir mais jovem da agressão provocada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. A ofensiva iraniana atingiu instalações dos territórios ocupados, incluindo infraestrutura de comando e controle, sistemas de defesa antimísseis, bem como a base de Al Udeid, no Catar, onde estão estacionados “terroristas norte-americanos”.

Mísseis atingiram as proximidades do escritório do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, diz mídia iraniana
Tasnim News Agency
O Ministério da Inteligência do Irã também anunciou a apreensão de centenas de sistemas de internet via satélite Starlink fabricados nos Estados Unidos. Autoridades locais disseram que a operação continuaria “até que todos os terminais de internet via satélite que de alguma forma estejam servindo ao inimigo sejam completamente identificados”.
Em fevereiro, o governo de Donald Tump forneceu clandestinamente cerca de 6.000 terminais de internet via satélite Starlink, segundo o jornal norte-americano The Wall Street Journal. Atualmente, possuir equipamentos do serviço de internet de Elon Musk no Irã é um crime punível com vários anos de prisão, penalidades que podem se tornar mais severas em tempos de guerra.
(*) Com Tasnim e Telesur
























