Sábado, 5 de setembro de 2026
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O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, defendeu que o regime deve “criar insegurança” para todos os seus inimigos internos e externos, em uma declaração direcionada ao presidente iraniano Masoud Pezeshkian, divulgada nesta sexta-feira (20/03). O filho de Ali Khamenei, este que foi morto em um ataque aéreo dos Estados Unidos e Israel em Teerã, em 28 de fevereiro, segue sem aparecer em público desde a sua sucessão.

A posição foi dada em uma carta em que Motjaba expressou condolências pela morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib, vítima de um bombardeio israelense nesta semana.

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“Por meio desta, expresso minhas condolências pela morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib. Sem dúvida, a ausência dele deverá ser compensada com esforços redobrados dos demais responsáveis e funcionários desse sensível ministério, garantindo que a segurança seja retirada dos inimigos internos e externos e concedida a todos os compatriotas”, afirmou o líder iraniano.

O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, defendeu que o regime deve “criar insegurança” para todos os seus inimigos internos e externos
Reprodução/khamanei.IR

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Nesta sexta-feira, o governo do país persa confirmou a morte do porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês), Ali Mohammad Naeini, em um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel.

Em nota, a IRGC classificou o ataque como ação terrorista e prometeu que haverá resposta à ofensiva. 

“Prometemos continuar seu caminho firme e esperançoso no combate aos criminosos terroristas, especialmente nos campos da guerra suave e cognitiva, e jamais permitiremos que a poderosa voz da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), centrada no povo, seja silenciada nos corações dos crentes, nem toleraremos qualquer deficiência no poder suave e espiritual da IRGC”, disse, em comunicado.

Segundo o órgão, Naeini se dedicou, por quatro décadas, nas “áreas de salvaguarda da Revolução Islâmica, na área de propaganda durante a guerra imposta de oito anos [com o Iraque], na documentação e narração da Defesa Sagrada e como porta-voz do Corpo nos últimos dois anos […]”.

(*) Com Ansa

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