Quarta-feira, 25 de março de 2026
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Uma cerimônia fúnebre de grandes proporções foi realizada nesta quarta-feira (18/03) em Teerã para  prestar a última homenagem ao alto oficial de segurança, Ali Larijani, e ao comandante das forças Basij, Gholam Reza Soleimani.

Eles foram mortos em ataques aéreos nesta terça-feira (17/03), no contexto da guerra contra o Irã iniciada pelos Estados Unidos e por Israel, em 28 de fevereiro.

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Autoridades e milhares de cidadãos lotaram as ruas de Teerã para participar do funeral de Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e de Soleimani, major-general responsável por uma das principais forças paramilitares do país.

A cerimônia também incluiu o funeral de dezenas de marinheiros iranianos, atingidos quando estavam a bordo do destróier Dena, por um torpedo da Marinha dos Estados Unidos na costa do Sri Lanka, em 4 de março.

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Abdolrahman Rafati / Tasnim

Larijani, influente político iraniano, foi morto, em Teerã, junto com seu filho. Ele foi um dos principais formuladores da política nuclear do país e desde 2025, estava à frente da Segurança Nacional, desenvolvendo um papel central na condução estratégica do conflito.

O major-general Soleimani era chefe da Organização Basij Mostazafin, parte do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). Ele morreu em pleno combate, defendendo a capital iraniana dos bombardeios israelenses e norte-americanos.

Em entrevista à Al Jazeera, nesta quarta-feira (18/03), o chanceler do país, Abbas Araghchi comentou as mortes, descartando qualquer cessar-fogo enquanto as exigências do país não forem atendidas. Ele reiterou que a estrutura política do Irã permanece sólida e frisou: “nós não começamos esta guerra”.