Segunda-feira, 20 de abril de 2026
APOIE
Menu

O papa Leão XIV apelou neste domingo (08/03) pelo encerramento da guerra no Oriente Médio, afirmando “que as atuais notícias do Irã e de todo o Oriente Médio causam profunda preocupação”.

A posição foi feita no encerramento da tradicional aparição dominical. O pontífice destacou que os recorrentes episódios de ataque aumentam o “receio de que o conflito se espalhe e que outros países da região, incluindo o querido Líbano, voltem a mergulhar na instabilidade”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Além disso, o líder católico pediu para que as hostilidades sejam interrompidas e defendeu a abertura de negociações. “Que o clamor das bombas cesse, que as armas se calem e que se abra espaço para o diálogo, onde a voz dos povos possa ser ouvida”, enfatizou.

Ao concluir a mensagem, o Santo Padre confiou o pedido de paz à intercessão de Maria, Rainha da Paz. Ele pediu que ela acompanhe as vítimas da guerra e inspire caminhos de reconciliação.

Mais lidas

“Que ela interceda por aqueles que sofrem por causa da guerra e acompanhe os corações nos caminhos da reconciliação e da esperança”, disse.

Papa Leão XIV defende diálogo entre países
flickr

Pontífice vem fazendo apelos recorrentes

Na semana passada, o papa Leão XIV pediu que os líderes mundiais “abandonem os projetos de morte”, durante a guerra de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã.

“Senhor, ilumine os líderes das nações para que tenham a coragem de abandonar os projetos de morte, interromper a corrida armamentista e colocar no centro a vida dos mais vulneráveis.”

Além disso, defendeu a interrupção da corrida armamentista, destacando a necessidade de colocar a vida dos mais vulneráveis no centro das decisões e impedir que a ameaça nuclear continue a determinar o futuro da humanidade.

(*) Com Ansa