Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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O Pentágono admitiu na terça-feira (10/03) que cerca de 140 de seus soldados ficaram feridos durante os dez primeiros dias de ataques lançados pelo Irã contra bases militares norte-americanas nos países do Golfo em retaliação à agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o país. O reposicionamento foi feito logo após a agência Reuters apurar os números com duas fontes oficiais e publicar o relatório. Anteriormente, o órgão divulgava que apenas oito militares haviam ficado gravemente feridos.

Desde o início das hostilidades, em 28 de fevereiro, o Irã denunciou uma campanha sistemática de censura do governo de Donald Trump para esconder o custo humano da guerra. O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani, disse que as baixas dos Estados Unidos podem ser significativamente maiores, ultrapassando 500 mortes na primeira fase dos combates.

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“A grande maioria desses ferimentos foi leve”, disse Sean Parnell, porta-voz chefe do Pentágono, em comunicado. “Oito militares permanecem listados como gravemente feridos e recebem o mais alto nível de atendimento médico.”

Por sua vez, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, na sigla em inglês) confirmou recentemente a morte de oito soldados. Segundo o relatório oficial, seis deles perderam a vida em um único incidente no Kuwait, enquanto os restos de outros dois soldados foram recuperados de instalações atacadas por drones e mísseis iranianos.

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A resposta do Irã ocorre após a agressão conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra a nação persa, que culminou na morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e de aproximadamente 1.230 pessoas, incluindo 175 pessoas na escola primária feminina de Minab. O ataque foi denunciado por Teerã como uma flagrante violação de sua soberania, desencadeando a contraofensiva de mísseis a bases e ativos norte-americanos na região.

(*) Com Telesur

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