Quinta-feira, 14 de maio de 2026
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Durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (02/03), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Oren Marmorstein, se recusou a responder perguntas sobre o míssil que, durante o ataque conjunto lançado por Israel e Estados Unidos contra o Irã, no último sábado (28/02), atingiu uma escola primária feminina na cidade de Minab, no sul do país persa, e matou mais de 150 pessoas, entre alunas e docentes.

Um vídeo circulando nas redes sociais mostra o momento em que, em meio à coletiva, um repórter pergunta sobre a posição de Israel “sobre as cerca de cem escolares que foram mortas no Irã em um ataque…”, mas não consegue terminar a pergunta.

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Marmorstein interrompe o jornalista dizendo que “isso tem que acabar e isso é o que estamos tentando fazer”.

Em seguida, o porta-voz pede que aos demais jornalistas que façam a próxima pergunta. O repórter que fazia a pergunta sobre o ataque à escola infantil tenta insistir na questão sobre a posição de Israel a respeito daquele ataque, mas o funcionário israelense, mesmo sem ter respondido a pergunta, diz a ele “por favor, deixemos que os outros (jornalistas) falem”.

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Sobre o ataque à escola

No sábado (28/02), uma escola primária feminina na província de Hormozgan, no sul do Irã, foi atingida em meio ao ataque aéreo conduzido pelos Estados Unidos e Israel contra o país persa. A ofensiva ocorreu na cidade de Minab.

Segundo as agências de notícias locais Tasnim e Fars, mais de 150 pessoas morreram no local, entre alunas e docentes. As estudantes da escola tinham entre 7 e 12 anos.

Já a agência de notícias iraniana Mehr afirmou que outra escola, em um bairro no leste da região metropolitana de Teerã, também foi atingida, em episódio que resultou em ao menos dois estudantes mortos.