Terça-feira, 7 de abril de 2026
APOIE
Menu

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou suas redes sociais nesta terça-feira (31/03) para sugerir que os países afetados pela escassez de combustível de aviação devido ao bloqueio parcial imposto pelo Irã no Estreito de Ormuz “criem coragem” e “simplesmente tomem” a rota marítima. 

Pela plataforma Truth Social, o republicano criticou as nações aliadas que se recusaram a cooperar com o ataque norte-americano e israelense ao Irã em 28 de fevereiro, mencionando especificamente o Reino Unido, e enfatizou que elas devem comprar suprimentos dos Estados Unidos ou ir até o Estreito para assumir os recursos.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

“A todos os países que não conseguem obter combustível de aviação por causa do Estreito de Ormuz, como o Reino Unido, que se recusou a se envolver na decapitação do Irã, tenho uma sugestão para vocês: Número 1, comprem dos EUA, temos bastante, e Número 2, criem coragem, vão até o Estreito e simplesmente o tomem”, escreveu.

Trump destacou ainda que os países “terão que começar a aprender a se defender”, porque “os EUA não estarão mais lá para ajudá-las”, assim como elas “não estiveram lá para nos ajudar”. “O Irã foi, essencialmente, dizimado. A parte difícil já passou. Vão buscar seu próprio petróleo”, acrescentou.

Mais lidas
@TheWhiteHouse

Donald Trump critica países aliados de não terem cooperado com os EUA na guerra contra o Irã
@TheWhiteHouse

Nesta segunda-feira, o presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, informou ter conversado por telefone com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian e que o instou a seguir o caminho diplomático e garantir a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz.

“Defendi a desescalada e a contenção, a proteção dos civis e da infraestrutura civil, e a necessidade de que todas as partes respeitem plenamente o direito internacional. A perda de vidas inocentes, inclusive na escola Minab, é profundamente lamentável”, disse Costa, em uma postagem no X.

(*) Com Ansa