Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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Israel permanece atacando o sul do Líbano, apesar do anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, da extensão do cessar-fogo por mais três semanas, realizado na última quinta-feira (23/04). Ataques aéreos  neste sábado (25/04) mataram pelo menos quatro pessoas na cidade de Yohmor al-Shaqif, segundo o Ministério da Saúde do Líbano.

Na sexta-feira (24/05), as forças israelenses afirmaram ter matado seis combatentes do Hezbollah na região de Bint Jbeil, no sul libanês. Duas outras pessoas também foram mortas em ataque na área sul de Touline, segundo o órgão e dezenas ficaram feridas na cidade de Yater.

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Segundo fontes da segurança libanesa, ouvidas pela AFP, cinco combatentes do grupo de resistência morreram durante um bombardeio em Mayfaund, e o outro devido a um ataque em Odaisseh. O Ministério da Saúde libanês confirmou as mortes.

Os sucessivos ataques violam o cessar-fogo iniciado em 16 de abril. O número total de mortos desde o início das agressões entre Israel e Hezbollah em 2 de março subiu para 2.491 pessoas, com mais de 7.700 feridos e milhares de deslocados no sul do Líbano.

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National News Agency of Lebanon

‘Sem sentido’

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país está “mantendo plena liberdade de ação contra qualquer ameaça”, acusando o grupo de “tentar sabotar” o acordo de cessar-fogo.

Anteriormente, em entrevista televisionada, o embaixador de Israel nas Nações Unidas (ONU), Danny Danon, havia afirmado que a situação do cessar-fogo recentemente renovado com o Líbano “não estava 100 por cento”.

Nesta sexta-feira (24/04), o Hezbollah classificou a extensão do cessar-fogo como “sem sentido”. “É essencial ressaltar que o cessar-fogo não significa nada à luz da insistência de Israel em atos hostis, incluindo assassinatos, bombardeios e tiros”, disse o parlamentar do Hezbollah, Ali Fayyad.

Ele acrescentou que as agressões israelenses dão ao Hezbollah o “direito de retaliar”.