Quinta-feira, 16 de abril de 2026
APOIE
Menu

O Ministério da Saúde do Líbano informou nesta quarta-feira (18/03) que o número de mortos em decorrência dos ataques aéreos israelenses ao amanhecer nas áreas de Basta e Zokak al-Blat, em Beirute, subiu para 10, com 27 feridos.

Nesse contexto, a emissora Al-Manar, afiliada ao Hezbollah, informou que o diretor de sua programação política e sua esposa foram mortos em um ataque israelense no centro de Beirute.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Em comunicado, a emissora afirmou que Mohammad Shari, diretor de programas políticos do canal, e sua esposa foram mortos “no ataque sionista à área de Zuqaq al-Blat, em Beirute”. Segundo a Al-Manar, seus filhos e netos ficaram feridos e foram hospitalizados após o ataque.

As forças armadas israelenses também afirmaram ter atacado postos de gasolina pertencentes à empresa Al Amana no sul do Líbano, alegando que ela financia o Hezbollah.

Mais lidas

Ao menos 10 pessoas morreram e 27 ficaram feridas em bombardeio israelense em Beirute
National News Agency

Os militares disseram que a empresa trabalha com a instituição financeira Al-Qard Al-Hassan, supostamente ligada à Resistência Islâmica. Israel tem atacado a instituição sob a alegação de que ela financia o Hezbollah e busca destruir sua capacidade operacional, em meio a novos ataques em todo o Líbano, no contexto da guerra regional mais ampla.

Por sua vez, o enviado presidencial francês ao Líbano, Jean-Yves Le Drian, considerou irrealista a exigência do governo libanês de “desarmar o Hezbollah em vista do bombardeio israelense”, defendendo que as negociações sejam adotadas como caminho para uma solução.

A posição de Le Drian insere-se nos esforços diplomáticos para conter a escalada, em meio aos contínuos ataques israelenses e à pressão internacional sobre o armamento do Hezbollah.