Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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O Exército libanês acusou Israel, nesta sexta-feira (17/04), de violar o cessar-fogo acordado poucas horas antes em Washington, após registrar “diversos ataques” e “bombardeios intermitentes” em cidades do sul do país. O Hezbollah libanês também disse estar “com o dedo no gatilho” em caso de violações israelenses.

Em resposta a essa situação, as Forças Armadas emitiram um comunicado urgente, instando a população civil a não retornar às aldeias na área da fronteira até que a segurança seja garantida.

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“O Comando do Exército reitera seu apelo aos cidadãos para que se abstenham de retornar às vilas e cidades do sul, tendo em vista as numerosas violações do acordo, as agressões israelenses registradas e os bombardeios intermitentes que afetam diversas aldeias”, afirmou a organização em sua conta no Twitter.

As autoridades militares enfatizaram a necessidade de cumprir rigorosamente as instruções das unidades destacadas e “evitar aproximar-se de áreas perigosas”, enquanto monitoram a situação para tomar as medidas necessárias.

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O acordo de cessar-fogo entre Beirute e Tel Aviv, intermediado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, entrou em vigor na madrugada de sexta-feira, com duração inicial de dez dias. O republicano anunciou a trégua após conversas telefônicas com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, embora o grupo xiita Hezbollah, responsável por ataques de retaliação contra o norte de Israel, não tenha sido incluído.

Segundo The Times of Israel, Teerã havia alertado que romperia o cessar-fogo com Washington caso os ataques israelenses ao Líbano continuassem. Nesse contexto, Ismail Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, indicou que o fim do conflito no Líbano fazia parte do acordo de cessar-fogo entre o Irã e os EUA.

(*) com teleSUR