Quarta-feira, 8 de abril de 2026
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Em defesa do Líbano e de seu povo, e em resposta aos contínuos bombardeios de Israel contra civis, ao deslocamento de pessoas e à demolição de casas, os combatentes do Hezbollah lançaram mísseis contra o território israelense nesta quarta-feira (01/04).

No âmbito das operações Khaibar 2, a Resistência Islâmica alvejou a empresa de indústrias militares Yodifat, a leste da cidade ocupada de Haifa; o campo de Mahanim, a leste da cidade ocupada de Safed; e a base de Ami’ad, ao norte do Lago Tiberíades.

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Os combatentes do grupo armado libanês também estão em intensos confrontos com uma força do Exército israelense nas proximidades do castelo na cidade de Shamaa, utilizando armas leves e médias, além de alvejar simultaneamente o inimigo com foguetes e projéteis de artilharia. O Hezbollah atingiu um veículo militar com um míssil guiado, conseguindo um impacto direto, e os confrontos continuam até o momento.

O Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde Pública do Líbano emitiu um comunicado anunciando que “um ataque aéreo inimigo israelense contra um carro na área de Khaldeh, ao sul de Beirute, resultou na morte de dois cidadãos e ferimentos em outros três”. Já em um ataque aéreo israelense na área de Jnah, também no sul da capital, o Ministério informou que cinco pessoas morreram e 21 ficaram feridas.

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Pelo menos cinco pessoas morreram em um ataque de aviões de guerra israelenses alvejaram vários veículos na área de Jnah

Exército libanês reposiciona unidades no sul

O Exército libanês realizou uma operação de redistribuição e reposicionamento que incluiu diversas unidades nas áreas da fronteira sul, em virtude da escalada da agressão israelense.

Em comunicado, o exército afirmou que “a escalada da agressão israelense contra o Líbano, particularmente em áreas que testemunham incursões hostis ao redor das cidades fronteiriças do sul, levou ao cerco e isolamento de unidades do exército destacadas e ao corte de suas linhas de suprimento” e observou que “realizou uma operação de redistribuição e reposicionamento que incluiu várias dessas unidades”.

A declaração afirmou que a liderança do exército “continua a apoiar os moradores da melhor forma possível, mantendo um grupo de soldados nessas cidades”, alertou para “a continuidade dos ataques israelenses sem distinção entre militares e civis” e enfatizou “o perigo da incitação e do questionamento do papel da instituição militar, dadas as repercussões negativas que isso tem sobre os moradores e a tensão interna, em vista das pressões e desafios atuais”.