Sexta-feira, 8 de maio de 2026
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Apesar de representantes libaneses e israelenses se reunirem nesta terça‑feira (14/04) em Washington, sob mediação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, para a primeira rodada de negociações diretas de paz entre os dois países, Tel Aviv continua atacando o sul libanês.

O Hezbollah afirmou ter realizado uma série de ataques de retaliação contra posições militares israelenses e cidades do norte do país, de acordo com declarações de seu braço midiático militar. Hoje mais cedo, a Resistência Islâmica afirmou ter lançado uma saraivada de foguetes contra Kiryat Shmona e Misgav Am, no norte de Israel.

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Pelo menos oito pessoas foram mortas em outra escalada israelenses nesta manhã em Sohmor, Arabsalim, com relatos de outras mortes em Ansariyeh, Shabriha e ao longo da estrada Msayleh-Nabatieh.

Ainda nesta terça-feira (14/04), segundo a Agência Nacional de Notícias, aviões de guerra israelenses lançaram uma ofensiva aérea contra as cidades de Zawtar al-Sharqiyeh, no sul do Líbano; Rihan, no distrito de Jezzine; Srifa e Al-Shahabieh, no distrito de Tire; Blida, no distrito de Marjeyoun; e Baraashit.

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O Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde Pública emitiu um comunicado esta tarde, indicando que o número total de vítimas da agressão ocorrida entre 2 de março e 13 de abril subiu para 2.089 mártires e 6.762 feridos.

O recente acordo de cessar-fogo selado entre os Estados Unidos e o Irã, sob mediação do Paquistão, que inclui a interrupção de ataques contra o Líbano, tem sido ignorado por Israel. Assim que o tratado entrou em vigor, o gabinete de Netanyahu comunicou que seguiria atacando o território libanês para impedir a operação de supostos alvos do Hezbollah.