Quinta-feira, 5 de março de 2026
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Pelo menos 28 palestinos foram mortos nesta sexta-feira (11/07) na Faixa de Gaza. Enquanto aguardavam ajuda humanitária da Fundação Humanitária de Gaza, que é apoiada por Israel e pelos Estados Unidos, em Rafah, 10 civis foram assassinados e mais de 60 ficaram feridos pelo regime sionista.

Após o ataque de snipers israelenses, as vítimas foram transferidas para o Hospital Nasser. As informações são da emissora catari Al Jazeera. Fontes médicas acrescentaram que mais 18 palestinos foram mortos desde o amanhecer. Os locais relataram que os centros de ajuda se tornaram alvos das Forças Armadas de Israel, que atiram nas multidões famintas para dispersar quem busca ajuda.

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Alojamentos de famílias em escolas ao norte da Palestina também foram alvos do bombardeio do regime de Benjamin Netanyahu.

A população da Faixa de Gaza diminuiu 10% em meio ao genocídio israelense

A população da Faixa de Gaza diminuiu 10% em meio ao genocídio israelense
IRNA /via Fotos Publicas

Fome em Gaza

À medida que os ataques israelenses se intensificam, sinais de fome se tornam visíveis em todos os lugares do território submetido à fome forçada. Os dados divulgados na quinta-feira (10/07) pelo Escritório Central de Estatísticas da Palestina mostram que a população da Faixa de Gaza diminuiu 10% em meio ao genocídio israelense.

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Em comunicado, o departamento alertou que “a Palestina, especificamente a Faixa de Gaza, está sofrendo uma catástrofe humanitária e demográfica sem precedentes devido à agressão israelense em curso desde outubro de 2023”.

O relatório também especifica que mais de 57 mil palestinos foram mortos pelo regime sionista, sendo cerca de 18 mil crianças e pelo menos 12 mil mulheres, representando 2,4% da população local antes da guerra. Outro dado analisado é que quase 100 mil civis foram deslocados pela ocupação.