Quarta-feira, 15 de abril de 2026
APOIE
Menu

Colonos israelenses invadiram a vila de Burqa, a leste de Ramallah, na Cisjordânia ocupada, pouco antes da meia-noite, incendiando o posto de saúde da vila e um caminhão comercial, causando danos materiais e gerando pânico entre os moradores. Segundo a agência palestina de notícias Wafa, fontes relataram que o ataque repentino à aldeia ocorreu sob a proteção do Exército de Israel, desencadeando maior medo e tensão entre os moradores.

Já na manhã desta segunda-feira (23/03), uma escola palestina na cidade de Huwara, ao sul de Nablus, foi invadida. De acordo com a Wafa, os israelenses picharam grafites racistas nas paredes da escola e removeram a bandeira palestina e a substituíram pela bandeira israelense que estava no topo do prédio.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

As forças de ocupação de Israel também detiveram seis palestinos, incluindo um jornalista, em Hebron, após invadirem e saquearem suas casas e vandalizarem seus pertences. Tel Aviv também instalou vários postos de controle militar nas entradas de Hebron e nas cidades, vilas e campos de refugiados ao redor, bloqueando diversas estradas principais e secundárias com portões de ferro, blocos de concreto e aterros.

Ataques aéreos israelenses mataram ao menos quatro pessoas na Faixa de Gaza, disseram autoridades palestinas, enquanto Israel continua sua guerra genocida contra os palestinos no território sitiado — apesar do “cessar-fogo” mediado pelos Estados Unidos.

Mais lidas

A Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS) informou que suas equipes em Ramallah atenderam um jovem palestino ferido por um tiro de munição real na coxa, disparado por forças de ocupação israelenses perto de Al-Ram, a nordeste de Jerusalém ocupada.

O Ministério da Saúde de Gaza afirma que pelo menos 680 palestinos foram mortos por disparos israelenses desde que o “cessar-fogo” entrou em vigor em outubro.