Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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A Global Sumud Flotilla partiu neste domingo (12/04) de Barcelona com destino a Gaza, em uma nova missão internacional que busca romper o cerco imposto por Israel e levar ajuda humanitária ao povo palestino.

A iniciativa reúne centenas de ativistas, médicos, advogados e jornalistas de dezenas de países, que transportam alimentos, medicamentos e expressam, sobretudo, a solidariedade internacional diante do genocídio em curso, buscando fortalecer a luta do povo palestino.

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A nova missão da Global Sumud Flotilla (GSF) já reúne mais de 70 barcos e 1.000 participantes, e esse número ainda deve crescer nos próximos dias, tornando-a uma das maiores ações de solidariedade ao povo palestino.

A delegação brasileira é composta pelo ativista internacionalista e coordenador internacional da flotilha, Thiago Ávila; pela ambientalista e advogada de direitos humanos, coordenadora da GSF, Ariadna Telles; pela militante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Beatriz Moreira; pela ativista revolucionária e organizadora cultural, Lisi Proença; pela militante socialista e internacionalista do PSTU e pré-candidata a deputada federal por São Paulo, Mandi Coelho; pelo petroleiro da Petrobras Transporte e diretor do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional de Petroleiros (FNP), Leandro Lanfredi; e pelo internacionalista e coordenador da GSF, Lucas Gusmão.

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O porta-voz da flotilha, Saif Abukeshek, declarou no sábado (11/04) que esta é uma iniciativa de “embarcação civil” em resposta à agressão sofrida pelos povos libanês e palestino, visto que Israel e os Estados Unidos estão “violando os direitos humanos” no Oriente Médio. Ele também se referiu ao conflito com o Irã.

Especificamente, Israel continuou bombardeando o território libanês mesmo durante o cessar-fogo acordado para lidar com a grave crise de guerra no Oriente Médio, lembrou Abukeshek.

Diante desse cenário, Abukeshek considerou que ações como esta frota civil de solidariedade com Gaza têm o objetivo de “pressionar os governos do mundo” a “intervir e fazer o seu trabalho” em defesa dos direitos humanos.

Em setembro de 2025, uma campanha semelhante não conseguiu atingir seu objetivo de chegar a Gaza porque os navios foram interceptados por Israel.

(*) com teleSUR