Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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A ativista sueca Greta Thunberg foi presa nesta terça-feira (23/12) durante um protesto pró-Palestina realizado em Londres. Segundo a organização Defend Our Juries, a ativista foi detida após exibir um cartaz com os dizeres “eu apoio os prisioneiros do Palestine Action. Eu me oponho ao genocídio”.

O governo britânico classificou o Palestine Action como uma organização terrorista em 5 de julho deste ano. O grupo acusa o governo do Reino Unido de cumplicidade nos crimes de guerra de Israel em Gaza.

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Thunberg foi detida com base nesta Lei Antiterrorismo junto a outras duas outras pessoas que, segundo a Polícia de Londres, lançaram tinta vermelha em um prédio que presta serviços à filial britânica da empresa israelense de defesa Elbit Systems.

Greta Thunberg é presa durante protesto pró-Palestina em Londres
Reprodução vídeo/ Instagram @gretatunberg

Palestine Action

Vários ativistas da Palestine Action encontram-se presos, entre eles, Kamran Ahmed e Amu Gib que foram hospitalizados nesta segunda-feira (22/12), após permanecerem por mais de 40 dias em greve de fome.

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Outros ativistas detidos em cinco prisões diferentes do país também estão em greve de fome e pressionam por fiança imediata, direito a um julgamento justo e retirada da proibição ao grupo.

O cofundador da organização, Huda Ammori, está tomando medidas legais contra a interdição do governo britânico.

A mudança na lei tornou a filiação ou o apoio ao grupo um crime punível com até 14 anos de prisão. Usar uma camiseta ou carregar um cartaz com o nome do Palestine Action pode resultar em uma pena máxima de seis meses.

A classificação da entidade como um grupo “terrorista” foi amplamente criticada por organizações de direitos humanos que acusam a medida como uma tentativa de criminalizar a solidariedade internacional com a luta palestina.