Quarta-feira, 4 de março de 2026
APOIE
Menu

O ministro das Relações Exteriores da Irlanda, Micheal Martin, confirmou nesta quinta-feira (07/11) que o país pretende se juntar à denúncia da África do Sul contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça de Haia por genocídio contra o povo palestino na Faixa de Gaza.

“A decisão do governo de intervir no caso sul-africano foi baseada em uma análise jurídica detalhada e rigorosa”, declarou o chanceler, segundo a emissora Al Jazeera.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Sem especificar datas para aderir ao processo, o chanceler garantiu que deve ocorrer “antes do final do ano”. O governo do país também afirmou que apresentaria uma petição ao tribunal “assim que a África do Sul apresentasse um documento apoiando suas alegações”, entrega feita na última segunda-feira (04/11).

World Economic Forum / Boris Baldinger
Anúncio foi feito no mesmo dia em que Parlamento irlandês aprovou moção afirmando que “genocídio está sendo perpetrado por Israel”

O documento entregue à CIJ foi um memorial  alegando “evidências” de um “genocídio” cometido por Israel na Faixa de Gaza.

Mais lidas

Segundo a emissora catari, o anúncio de Martin foi feito no mesmo dia em que o Parlamento irlandês aprovou uma moção não vinculativa afirmando que “um genocídio está sendo perpetrado diante de nossos olhos por Israel em Gaza”.

Diversos países fazem parte da denúncia da África do Sul contra Israel: Nicarágua, Bélgica, Colômbia, Turquia, Líbia, Egito, Maldivas, México, Chile, Palestina e Espanha.