Israel executa palestino e intensifica ofensiva colonial na Cisjordânia
Exército israelense impõe toque de recolher e expulsa famílias de residências para usá-las como bases
Um palestino foi executado por um drone das forças israelenses nesta segunda-feira (01/12) no bairro de Zeitoun, a sudeste da Cidade de Gaza, em mais uma violação flagrante de Israel ao acordo de cessar-fogo em vigor. A artilharia sionista também bombardeou a parte leste do campo de refugiados de Maghazi, na região central da Faixa de Gaza, segundo a agência de notícias palestina Wafa.
A manhã também foi marcada pela violência do exército de ocupação israelense que obrigou vários moradores a evacuarem suas casas no bairro de Jabriyat, no campo de refugiados de Jenin. Segundo fontes locais à Wafa, as tropas israelenses forçaram famílias a evacuar suas casas e, em seguida, as revistaram.
Uma casa palestina na cidade de Al-Zawiya, a oeste de Salfit, foi transformada pelas forças de Israel em um posto militar durante a noite de domingo (30/11), após expulsarem à força seus moradores. Soldados foram posicionados dentro da casa e no telhado.
Pelo segundo dia consecutivo, as tropas continuam bloqueando a entrada principal da cidade com montes de terra. A área tem sido alvo de uma forte mobilização policial, durante a qual vários jovens foram detidos, submetidos a tortura física e revistados e interrogados no local.

Enquanto drone mata civil em Gaza, exército de ocupação impõe toque de recolher indefinido na Cisjordânia e expulsa famílias para usar casas como bases militares
IRNA /via Fotos Publicas
Retomada da ofensiva na Cisjordânia
Na manhã desta segunda-feira (01/12), às Forças de Ocupação israelenses (IOF) invadiram grandes áreas da província de Tubas, na Cisjordânia, incluindo a cidade de Tubas e a cidade de Aqaba, impondo um toque de recolher por tempo indeterminado.
O Exército foi mobilizado pelas ruas, invadiram diversas casas e as transformaram em quartéis militares, enquanto tratores militares começaram a fechar estradas e a bloquear os acessos à província.
A operação em Tubas ocorre apenas dois dias após o término de uma ofensiva sionista de quatro dias que causou destruição de propriedades públicas e privadas, além de centenas de feridos, prisões e buscas em residências de cidadãos. A retomada da agressão e o toque de recolher paralisaram o processo educacional e o trabalho de todas as instituições.























