Quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
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As forças de ocupação israelenses continuam violando o cessar-fogo na Faixa de Gaza, intensificando as demolições de edifícios em Khan Younis, no sul do território sitiado.

Ataques aéreos israelenses também atingiram o campo de refugiados de Maghazi, no centro da Faixa de Gaza, neste domingo (07/12). O Exército israelense matou sete palestinos no norte de Gaza, incluindo uma mulher de 70 anos e seu filho.

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Uma idosa palestina, seu neto e dois voluntários internacionais foram alvo de violência colonialista de colonos sionistas na vila de al-Mughayyer, a leste de Ramallah.

Fontes locais relataram à agência de notícias palestina, Wafa, que os quatro foram transferidos para o hospital, onde seus quadros clínicos foram descritos como moderados a leves.

Mais lidas

O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al Thani, alertou no Fórum de Doha neste sábado (06/12) que o cessar-fogo em Gaza está em um “momento crítico” e pode desmoronar sem um movimento rápido em direção a um acordo de paz permanente, enquanto o ministro das Relações Exteriores da Turquia também advertiu que o processo pode perder força.

Ministro egípcio afirma que passagem deve servir apenas para ajuda humanitária e evacuações médicas, em meio a denúncias de que ofensiva sionista já matou 373 palestinos desde o cessar-fogo

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Wafa

Reabertura da passagem de Rafah

O ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdelatty, confirmou neste domingo (07/12) que seu país está em contato com o governo israelense a respeito da reabertura da passagem de fronteira de Rafah, no sul da Faixa de Gaza.

“Sim, existem contatos com Israel a respeito da passagem de Rafah. Nossa posição sobre isso é clara e firme: o Egito não pode permitir que palestinos sejam deportados por Rafah”, disse Abdelatty à emissora catari Al Jazeera.

Segundo o diplomata egípcio, a passagem de fronteira deve servir para o transporte e entrada de ajuda humanitária em Gaza, assim como para a evacuação de palestinos que necessitem de tratamento médico no exterior.

Anteriormente, o Egito negou ter coordenado com Israel a reabertura da passagem a partir do território palestino.

Anteriormente, RRoy Salamon, porta-voz do Gabinete do Coordenador das Atividades Governamentais nos Territórios Palestinos (COGAT), declarou que Israel condicionaria a reabertura de Rafah para que os palestinos possam ir ao Egito para tratamento médico, mas só poderão retornar se o Hamas devolver os restos mortais do último refém a Tel Aviv.

Segundo o COGAT, os palestinos poderão sair de Gaza pela passagem de Rafah em coordenação com o Egito, após aprovação das forças de segurança israelenses e sob a supervisão de uma delegação da União Europeia.

O Ministério da Saúde administrado pelo governo local palestino em Gaza atualizou que pelo menos 373 pessoas foram executadas e 970 ficaram feridas desde o início do cessar-fogo em outubro. Acrescentou ainda que 52% dos medicamentos essenciais estavam em falta, apesar do acordo de cessar-fogo, assim como 70% dos consumíveis de laboratório.