Sexta-feira, 4 de setembro de 2026
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O Salão do Livro de Turim, principal evento literário da Itália, foi palco de um protesto pró-Palestina neste sábado (11/05).

O ato, que recebeu o nome de “Todos os olhos em Rafah”, contou com a presença de mais de 300 pessoas, todas integrantes de coletivos estudantis, de centros sociais e da comunidade palestina.

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O ato não foi livre de repressão. Os manifestantes denunciaram que pessoas portando bandeiras palestinas estão sendo impedidas de entrar no evento. “É inaceitável que haja dezenas de policiais fechando a entrada com cassetetes e escudos”, declararam.

O grupo ainda mencionou que pretende se unir com estudantes de outras cidades do país para protestar contra o envio de armas para Israel, que tem “massacrado o povo palestino”.

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Grupo ainda mencionou que vai se unir com estudantes de outras cidades do país para protestar contra o envio de armas para Israel

Desde seu início nos Estados Unidos, as manifestações estudantis a favor da Palestina continuam a espalhar-se sem limites de fronteiras por todo o mundo.

Estudantes da Universidade Estatal de Milão montaram acampamentos, o qual chamaram de “intifada estudantil”, pela resistência palestina.

O grupo de estudantes entrou pacificamente no jardim do campus universitário gritando “Palestina Livre” e pendurou uma grande bandeira palestina no edifício histórico da universidade.

Os estudantes afirmaram que Israel não deveria lançar um ataque terrestre contra Rafah, cidade fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza que abriga mais de um milhão de deslocados palestinos, e argumentaram que o governo italiano “também é cúmplice do genocídio em Gaza”.

(*) Com Ansa e TeleSUR

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