Trump convida China a integrar 'Conselho de Paz' para Gaza
Presidente dos EUA busca criar comissão, presidida por ele, para administrar governo e reconstrução do enclave palestino
O presidente dos EUA, Donald Trump, estendeu um convite à China para se juntar ao seu Conselho de Paz em Gaza, disse na terça-feira (20/01) o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun.
Anteriormente, o líder da Casa Branco confirmou que havia instado seu homólogo russo, Vladimir Putin, bem como seu homólogo francês, Emmanuel Macron, a participar, embora Macron supostamente tenha recusado. Ele também teria convidado os líderes de países como Bielorrússia, Turquia, Argentina e Brasil, além de cerca de outras 60 nações.
Conselho de Paz de Trump
Na semana passada, a Casa Branca anunciou a criação de um Conselho de Paz para administrar o governo de Gaza, uma ideia que pertence ao presidente Donald Trump. Foi anunciado que, entre outros, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, o secretário de Estado americano Marco Rubio e Jared Kushner, genro do presidente norte-americano, farão parte da organização.
Segundo a Bloomberg, que analisou a minuta sobre a criação da estrutura, Washington exige que os países que desejam obter uma posição no conselho paguem pelo menos US$ 1 bilhão.
De acordo com um projeto de estatuto para o grupo proposto, o líder da Casa Branca seria o presidente inaugural e decidiria quem seria convidado a participar. As decisões seriam tomadas por maioria de votos, com um voto por estado-membro presente, mas todas estariam sujeitas à aprovação do presidente.
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Em resposta à reportagem da Bloomberg, Washington classificou-a como “enganosa”, afirmando que “não há uma cota mínima de membros para ingressar no Conselho da Paz”. “Ele simplesmente oferece adesão permanente a países parceiros que demonstrem um profundo compromisso com a paz, a segurança e a prosperidade”, esclareceram.




















