Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
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Países integrantes do G7 planejam destinar 39 bilhões de dólares — cerca de 200 bilhões de reais — em auxílio financeiro à Ucrânia em 2023, após declaração conjunta de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do grupo durante reunião na cidade indiana de Bangalore nesta quinta-feira (23/02).

A promessa faz parte da conclusão de uma reunião do grupo, que ocorreu antes do encontro ministerial do G20, em 24 e 25 de fevereiro.

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“Para 2023, com base nas necessidades do governo ucraniano, aumentamos nossos compromissos de apoio orçamentário e reservamos US$ 39 bilhões”, diz documento divulgado pelo grupo.

Os compromissos e o cumprimento deles, diz o texto, “permitem às autoridades [ucranianas] garantirem o funcionamento do governo, continuarem prestando serviços básicos, levarem a cabo a reparação da infraestrutura danificada e estabilizarem a economia”, assim como apoiarem a Ucrânia “em seus esforços de proteção” de seu território.

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“Esta ajuda financeira é uma adição à nossa assistência militar vital, assim como a capacitação das forças ucranianas, a ajuda humanitária e a cooperação para o desenvolvimento”, indicou o comunicado.

Declaração conjunta de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do grupo foi feita após reunião na cidade indiana de Bangalore nesta quinta-feira (23/02)

Christos DOGAS/Flickr

Promessa faz parte da conclusão de uma reunião do grupo, que ocorreu antes do encontro ministerial do G20

Os países do G7 também reiteraram seu “firme apoio a uma estreita colaboração entre o FMI [Fundo Monetário Internacional] e a Ucrânia” e instaram a que um programa do fundo se implemente no país até “fins de março de 2023”.

Ao mencionar a restauração da infraestrutura da Ucrânia, o G7 se pronunciou a favor de continuar seus “esforços definidos para ajudar a Ucrânia a reparar sua infraestrutura de importância crítica […], em particular por meio de uma plataforma interinstitucional de coordenação de doadores”.

Os países do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), de acordo com o documento, têm planejado coordenar suas ações com o Banco Mundial, o Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD) e o Banco Europeu de Inversões.

Os ministros do G7 também exortaram o Fundo Monetário Internacional (FMI) a implantar um programa de assistência para Kiev até o fim de março e disseram que o grupo “segue alerta” sobre os riscos econômicos da invasão russa, iniciada há um ano.

(*) Com Ansa e Sputnik.