Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
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O novo primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, anunciou nesta quinta-feira (26/10) que deixará de fornecer armas à Ucrânia.

“Consideramos auxiliar a Ucrânia apenas com ajudas humanitárias e civis, e não forneceremos mais armas. Nós todos vemos que não existe uma solução militar”, disse o chefe de governo.

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Fico, que estreou também na quinta em uma reunião da União Europeia, cumpriu as promessas feitas durante a sua campanha eleitoral. O político acrescentou que não votará a favor de sanções contra a Rússia.

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto para a Economia Mundial de Kiel, na Alemanha, a Eslováquia cedeu ao menos 1,3% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em apoio aos ucranianos.

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Novo premiê cumpriu as promessas de sua campanha eleitoral e acrescentou que não votará a favor de sanções contra a Rússia

Wikicommons

Eslováquia cedeu ao menos 1,3% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em apoio aos ucranianos

Desde o início da guerra, os eslovacos enviaram para a Ucrânia tanques, sistemas antiaéreos e caças para ajudar as forças de Kiev no combate contra os russos.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que deverá ser pouco provável que a decisão de Bratislava de parar de enviar armas mude o destino do conflito.

“A Eslováquia não teve uma participação tão grande no fornecimento de armas, por isso é improvável que isso afete todo o processo. Os Estados Unidos são o principal impulsionador”, comentou.