Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
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O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, afirmou nesta quarta-feira (24/07) que seu país “sempre mostrou vontade de negociar uma solução pacífica” para o conflito na Ucrânia, mas fez uma ressalva: essa negociação não poderá ser com o atual governo ucraniano, que Moscou considera ilegítimo.

Em coletiva oferecida aos meios locais, Peskov afirmou que o atual presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, perdeu legitimidade ao adiar por tempo indeterminado as eleições presidenciais que estavam programadas para março deste ano.

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“O povo ucraniano possui autoridades eleitas, no Parlamento por exemplo, que podem representar os interesses de Kiev”, sugeriu Peskov, ao comentar porque Moscou se nega a conversar com representantes do Executivo da Ucrânia.

As declarações de Peskov aconteceram horas depois de uma entrevista do chanceler ucraniano Dmitry Kuleba durante visita a Pequim, na qual ele disse que seu país quer negociar a paz com a Rússia, desde que o Kremlin aceite “negociar de boa fé”.

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“O lado ucraniano está pronto para o diálogo e negociações com o lado russo. É claro que as negociações devem ser razoáveis ​​e substantivas, visando alcançar uma paz justa e duradoura”, frisou Kuleba.

TASS
Porta-voz russo rebateu declarações do chanceler da Ucrânia sobre possíveis negociações de paz entre os dois países