Quarta-feira, 13 de maio de 2026
APOIE
Menu

O presidente russo, Vladimir Putin, denunciou na terça-feira (28/04) que o regime ucraniano e seus apoiadores estão usando métodos terroristas devido às suas perdas territoriais diárias, destacando as ameaças em solo russo.

O líder do Kremlin afirmou que “tanto o regime de Kiev quanto seus apoiadores recorreram a métodos abertamente terroristas”, acrescentando que o exército ucraniano é “incapaz de impedir o avanço de nossas tropas, de nossos soldados na linha de contato”, razão pela qual a Ucrânia está recorrendo ao terror.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Putin denunciou que as ameaças terroristas na Rússia “existem e estão aumentando”, enfatizando que “organizações terroristas internacionais, grupos radicais e extremistas, continuam suas atividades subversivas”.

O presidente destacou o aumento dos ataques com drones contra infraestruturas civis russas, citando o ataque a instalações de energia na cidade de Tuapse, no sul do país, como um exemplo recente.

Mais lidas

Ele alertou que esse tipo de ataque “pode ​​potencialmente causar sérias consequências ecológicas”, embora nenhuma ameaça grave tenha sido relatada em Tuapsé.

O presidente enfatizou que a luta contra o extremismo, o radicalismo, o terrorismo e o crime deve ser firme, e que a segurança será uma questão prioritária nas próximas eleições na Rússia, enquanto a Ucrânia não realiza suas próprias eleições sob o pretexto de guerra.

A este respeito, Rodion Miroshnik, enviado especial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia para crimes de guerra cometidos pelo regime de Kiev, informou de Moscou que mais de 8.000 civis morreram e quase 20.000 ficaram feridos em território russo desde fevereiro de 2022 em consequência de ataques ucranianos.

Miroshnik argumentou que o bombardeio de civis se intensificou com o objetivo de agravar a situação humanitária.

Segundo os dados divulgados, somente nos primeiros 90 dias de 2026, pelo menos 266 civis foram mortos e outros 1.459 ficaram feridos.

O enviado especial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que o Ocidente e as autoridades das Nações Unidas (ONU) ignoram sistematicamente esses números, alimentando um sentimento de impunidade em torno do governo de Vladimir Zelensky e permitindo que autoridades ocidentais desviem fundos públicos para financiar atos terroristas do governo ucraniano.

Miroshnik concluiu que a Rússia “há muito tempo está acostumada ao silêncio cúmplice dos principais veículos de comunicação ocidentais em relação aos inúmeros crimes de guerra cometidos pelo regime de Zelensky”, reafirmando sua postura crítica em relação à narrativa ocidental.